#Mulher tailandesa trabalhadora

A imagem da mulher tailandesa trabalhadora surge vezes sem conta nestas histórias: mulheres que sustentam economicamente as suas famílias, que conciliam vários empregos e que trazem para uma relação uma ética de esforço que surpreende mais do que um estrangeiro habituado a outro ritmo de vida. Essa dedicação nem sempre é bem compreendida de fora, e várias histórias aqui reunidas falam precisamente desse choque cultural: como interpretar o sacrifício constante de alguém que cresceu a assumir que o trabalho árduo é a única rede de segurança real que existe. O pormenor que mais se repete nestas histórias é o que não acontece: pedidos de dinheiro. Para o padrão oposto, veja o nosso guia de Golpes.


Histórias com #Mulher tailandesa trabalhadora

Capa: Comi sozinho na banca de macarrão dela todas as noites durante quatro meses. Quando finalmente conversámos, os filhos dela já tinham decidido que eu era um problema.

Comi sozinho na banca de macarrão dela todas as noites durante quatro meses. Quando finalmente conversámos, os filhos dela já tinham decidido que eu era um problema.

James, um escocês viúvo de 60 anos, reforma-se em Hua Hin pelo golfe e começa a jantar todas as noites na mesma banca de macarrão junto ao cais. Demora quatro meses a trocar mais de duas frases com Nok, a dona, e muito mais tempo a conquistar os filhos dela, que já ouviram demasiadas histórias sobre farang reformados como ele.

Capa: Segui-a um dia em vez de acreditar na história das visitas à família. Não foi à estação de autocarros, entrou num hotel com outro homem.

Segui-a um dia em vez de acreditar na história das visitas à família. Não foi à estação de autocarros, entrou num hotel com outro homem.

Reformado em Pattaya desde 2017, um polaco de 55 anos apaixona-se pela Apple, uma rapariga de bar de 32 anos com três filhos para sustentar. Durante meses acredita ser o único homem a ajudá-la financeiramente. Um dia decide segui-la em vez de acreditar na desculpa do costume, e descobre que era apenas um entre vários patrocinadores que a sustentavam ao mesmo tempo.

Capa: Vomitei no passeio de um hotel em Phuket, à uma da manhã. Uma desconhecida ficou comigo até o sol nascer e não quis aceitar um único baht em troca.

Vomitei no passeio de um hotel em Phuket, à uma da manhã. Uma desconhecida ficou comigo até o sol nascer e não quis aceitar um único baht em troca.

Divorciado e esgotado pelo trabalho, um libanês de 42 anos marca duas semanas para a Tailândia sem qualquer plano. Na última noite em Phuket, uma intoxicação alimentar deixa-o a vomitar no passeio à porta do hotel, à uma da manhã. Uma desconhecida que trabalha num spa ali perto fica com ele até o sol nascer e recusa-se a aceitar um único baht em troca.


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