As histórias mais lidas

As histórias que mais leituras receberam na Histórias Tailândia, ordenadas da mais lida à menos lida.

Capa: Tinha 27 anos e sentia-me invencível, por isso nunca me preocupei com o seguro de saúde. Um acidente de mota em Koh Samui ensinou-me exatamente quanto custa essa sensação de invencibilidade, em baht e em juros de empréstimo.

Tinha 27 anos e sentia-me invencível, por isso nunca me preocupei com o seguro de saúde. Um acidente de mota em Koh Samui ensinou-me exatamente quanto custa essa sensação de invencibilidade, em baht e em juros de empréstimo.

Jordan, um canadiano de 27 anos a trabalhar remotamente a partir de Koh Samui, nunca viu necessidade de contratar um seguro de saúde privado. Um acidente de mota deixa-lhe uma fatura hospitalar que demora mais de um ano a pagar por completo.

Capa: Comi sozinho na banca de macarrão dela todas as noites durante quatro meses. Quando finalmente conversámos, os filhos dela já tinham decidido que eu era um problema.

Comi sozinho na banca de macarrão dela todas as noites durante quatro meses. Quando finalmente conversámos, os filhos dela já tinham decidido que eu era um problema.

James, um escocês viúvo de 60 anos, reforma-se em Hua Hin pelo golfe e começa a jantar todas as noites na mesma banca de macarrão junto ao cais. Demora quatro meses a trocar mais de duas frases com Nok, a dona, e muito mais tempo a conquistar os filhos dela, que já ouviram demasiadas histórias sobre farang reformados como ele.

Capa: Só contratei o seguro de saúde porque o visto de reforma o exigia. Oito meses depois, esse trâmite obrigatório foi a única coisa que impediu um enfarte de me arruinar financeiramente.

Só contratei o seguro de saúde porque o visto de reforma o exigia. Oito meses depois, esse trâmite obrigatório foi a única coisa que impediu um enfarte de me arruinar financeiramente.

Graham, um reformado britânico de 68 anos, contrata a contragosto o seguro de saúde obrigatório para o seu visto de reforma em Hua Hin. Meses depois, um enfarte ensina-lhe porque é que aquela apólice, que via como uma formalidade, se revelou a decisão mais importante que tomou ao mudar-se para cá.


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